Brasilianische Nationalhymne

Veröffentlicht am 11. Dezember 2009

Die brasilianische Nationalhymne wurde von Francisco Manuel da Silva komponiert, der Text stammt von Joaquim Osório Duque Estrada. Erstmalig wurde die Melodie anlässlich der Thronbesteigung des brasilianischen Kaisers Dom Pedro II. im Jahr 1831 öffentlich gespielt. Allerdings wurde sie erst am 20. Januar 1890 offiziell als Hymne angenommen. Seit 07. September ist der Text offiziell.

HINO NACIONAL DO BRASIL

nationalhymne_noten
Deutscher Titel: Nationalhymne Brasiliens
Musik: Francisco Manuel da Silva (1795 – 1865)
Text: Joaquim Osório Duque Estrada (1870 – 1927)
Verwendungszeitraum 1922 bis heute

ORIGINAL

1. Strophe
Ouviram do Ipiranga às margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.
Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó Pátria amada
Idolatrada
Salve! Salve!

Brasil de um sonho intenso, um raio vívido,
De amor e de esperança à terra desce
Se em teu formoso céu risonho e límpido
A imagem do Cruzeiro resplandece
Gigante pela própria natureza
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza

Terra adorada!
Entre outras mil
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada

Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada
Brasil!

2. Strophe
Deitado eternamente em berço esplêndido,
ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra mais garrida
Teus risonhos lindos campos tem mais flores,
„Nossos bosques tem mais vida“
„Nossa vida“ no teu seio „mais amores“

Ó Pátria amada
Idolatrada
Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
– paz no futuro e glória no passado –
Mas se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte

Terra adorada!
Entre outras mil
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada

Dos filhos deste solo és mãe gentil
Pátria amada
Brasil!

DEUTSCHE VERSION

Übersetzung: Klaus D. Günther

1. Strophe
An den ruhigen Ufern des „Ipiranga“ hörte man
den Aufschrei eines heroischen Volkes widerhallen,
mit blitzendem Strahl erschien die Sonne der Freiheit
in diesem Moment am Himmel unsrer Heimat.
Wenn dieser Gleichheit Pfand
uns gelingt mit starkem Arm zu erstreiten,
an Deinem Busen, oh Freiheit,
trotzt unsre Brust sogar dem eignen Tod!

Oh, geliebte Heimat,
hochverehrte,
sei gegrüsst!

Brasilien, in tiefem Traum, ein leuchtender Blitz
der Liebe und der Hoffnung fährt nieder zur Erde,
wenn an Deinem schönen Himmel, lächelnd und klar,
das Bild des Kreuz des Südens alles überstrahlt.
Von Natur aus ein Gigant,
bist Du schön und stark, unerschrockener Koloss,
und in Deiner Zukunft spiegelt sich diese Grösse.

Verehrte Erde,
unter vielen Tausend
bist Du, Brasilien,
die geliebte Heimat!

Den Kindern dieses Bodens bist Du fürsorgliche Mutter,
geliebte Heimat,
Brasilien!

2. Strophe
Auf ewig gebettet in den Glanz Deiner Wiege,
dem Rauschen des Meeres und dem Licht des weiten Himmels,
erscheinst Du, Brasilien, als die Blüte Amerikas,
wie das Leuchten der Sonne in der Neuen Welt!
Du bist die herrlichste hier auf Erden,
Deine lächelnden Felder haben viel mehr Blumen,
„Unsere Wälder besitzen mehr Leben,
und unser Leben“, an Deinem Busen, „kennt mehr Liebe.“

Oh, geliebte Heimat,
hochverehrte,
sei gegrüsst!

Brasilien, unserer ewigen Liebe sei Symbol
die Standarte, stolz gehisst und voller Sterne,
in Lorbeergrün will sie uns künden:
„von vergangenem Glanz und einer Zukunft in Frieden“.
Aber, wenn Du aus Gerechtigkeit die Keule verlangst,
wirst Du sehen, dass keiner Deiner Söhne den Kampf flieht,
und, dass niemand, der Dich liebt, den eigenen Tod fürchtet.

Verehrte Erde,
unter vielen Tausend
bist Du, Brasilien,
die geliebte Heimat!

Den Kindern dieses Bodens bist Du fürsorgliche Mutter,
geliebte Heimat,
Brasilien!

INDIO-DIALEKT „TUPI“

Übersetzung: Dr. Faris A. S. Michaelle

1. Strophe
Cembyua Ypiranga çui, pitúua,
Ocendu kirimbáua çacemoçú
Coaracy picirungára, cendyua,
Retama yuakaupé, berabuçú.

Cepy quá iaueçáua çui ramé,
Itayiuá irumo, iraporepy,
Mumutara çáua, ne pyá upé,
I manoçáua oiko iané cepy.

Iaçalçú ndê,
Oh moetéua
Auê, Auê!

Brasil ker pi upé, coaracyáua,
Caiçú í çaarúçáua çui ouié,
Marecê, ne yuakaupé, poranga.
Ocenipuca Curuça iepé!

Turuçú reikô, ara rupí, teen,
Ndê poranga, i santáua, ticikyié
Ndê cury quá mbaé-uçú omeen.

Yuy moetéua,
Ndê remundú,
Reikô Brasil,
Ndê, iyaiçú!

Mira quá yuy çui cy catú,
Ndê, ixaiçú,
Brasil!

2. Strophe
Ienotyua catú pupé reikô,
Memê, paráteapú, quá ara upé,
Ndê recendy, potyr America çui.
I Coaracy omucendy iané!

Inti orekó purangáua pyré
Ndê nhu soryçára omeen potyra pyré,
“Cicué pyré oreko iané caauçú”
“Iané cicué“, ndê pyá upé, “çaiçú pyré”.

Iaçalçú ndê,
Oh moetéua
Auê, Auê!

Brasil, ndê pana iacy-tatá-uára
Toikô rangáua quá caiçú retê,
I quá-pana iakyra-tauá tonhee
Cuire catuama, ieorobiára kuecê.

Çupí tacape repuama remé
Ne mira apgáua omaramunhã,
Iamoetê ndê, inti iacekyé.

Yuy moetéua,
Ndê remundú,
Reikô Brasil,
Ndê, iyaiçú!

Mira quá yuy çui cy catú,
Ndê, ixaiçú,
Brasil!

INDIO-DIALEKT „GUARANY“

Übersetzung: Ulysses Medeiros

1. Strophe
Jendú Ipiranga jecê quiririm
Caraí cuêra catupyrú sapucay sunum
Já quaray o poy chuguy, tupã verá
Overa ivagape co retam co agna.

Já-angá já heicha ité
Já jopyty pyiy ajubá atam,
Nde rendape oicôma,
Nhanderecá nhande pyá o manó voy .

Nde chê retam rayjú
Manguecoy
Momaíteí! Momaíteí.

Brasil, peteim kera pucú, peteim tupã oicoveva
O jayjú já o jaárova ivy oguêjf,
Já nde porrava ivogape pucá potyva,
Já jaánga curuzú jacy-tatá.

Tuichava jahé jaejaicha,
Nde porã, nde mbaretê, pyaguasspu jetá,
J’nde riré quarã o jechucá co tuichava.

Ivy ro jaijúeteva
Ijapytepe jetaveva
Ndente-co Brasil
Nde Retam raíjú.

Taíra co ivygui jaé cy jory
Retam raijú
Brasil!

2. Strophe
O nhenova já o pytava tupã porape,
O sunum y juqui overa ivaga jupi,
Re mimbiva nie Brasil, ivoty America peguá
O jeçapeva co quary ouajú ívora.

Ja co ivy o jéguaveva
Nde roryva nhú, guerecove ivotu,
Nhande caágui joçaveva
Nhande roçá nde pytiate jaijúveva.

Nde chê retam raijú
Manguêcoí
Momaíteí! Momaíteí!

Brasil, mboraijúeteva nden-te que na
Aó-vevé jocó jacytatandie,
Já erê akira-jubá co aó-vêvé:
“Apyrivê tenonderá mombaeté cué”.

Jepé remopuá jechá cuaá atâ
Re jechá varã pe nde ray ndo canhi varã nhoraigogut
Ndo quijyjef, pe nde raijuva, re manovo!

Ivy ro jaijúeteva
Ijapytepe jetaveva
Ndente-co Brasil.

Nde Retam raíjú!
Taíra co ivygui jaé cy jory
Retam raijú
Brasil!